VELHO TAQUARI

Por Augusto César Proença; Todas as noites, logo depois da janta, a gente sentava no varandão da casa da fazenda e ficava ouvindo os barulhos dos motores de popa, muitas vezes se adentrando pelas madrugadas. Era um pó-pó-pó compassado, ocupava a nossa intenção e até […]